Retificação de Imposto de Renda: quando fazer
Retificação de Imposto de Renda: quando fazerData de publicação 2 de abril de 20257 minutos de leitura
Publicado em: 16 de fevereiro de 2024
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 10 minutosTexto de: Time Serasa
A técnica do envelope é uma estratégia de organização financeira que vem se popularizando no mundo. Ela surgiu no Japão, mas tornou-se conhecida pelo consultor e escritor americano Dave Ramsey.
A técnica consiste em separar todos os meses o dinheiro recebido em diferentes envelopes, que representam categorias de despesas. Ao usar todo o dinheiro de determinada categoria (moradia, por exemplo), significa que a pessoa atingiu o limite de gasto.
Mas será que essa técnica funciona para todo mundo? Para nos ajudar a entender as vantagens e desvantagens, o time da Serasa conversou com Lai Santiago, economista comportamental, educadora financeira e apresentadora do programa Economia Sem Dicionário, da TV Justiça.
Em 2023, Lai Santiago foi a vencedora do concurso Emprego dos Sonhos da Serasa e, desde então, percorre diversos Estados no caminhão rosa do projeto Serasa na Estrada.
Lai Santiago: Basicamente, você vai utilizar dinheiro físico para se organizar e determinar tetos – limites de orçamento para cada categoria das suas finanças.
No início do mês, assim que receber o seu salário, você vai listar todas as suas despesas e distribuir seus recursos de maneira planejada em envelopes intitulados como "moradia", "mercado", "lazer", dentre outras categorias.
À medida que precisar gastar, você vai retirar do envelope respectivo o dinheiro necessário para arcar com as despesas do dia a dia. Quando o dinheiro de um deles chegar ao fim, significa que você atingiu o teto estabelecido para aquela categoria e não pode mais gastar com aquilo.
Lai: A principal vantagem da técnica do envelope está no ponto de vista comportamental da gestão financeira.
Como a gente utiliza formas cada vez mais digitalizadas e automáticas de pagamento e de serviços bancários de maneira geral, fica mais fácil de se desorganizar.
Isso porque nos distanciamos da dor do pagamento quando utilizamos o cartão de crédito, a aproximação e outros recursos digitais que simplificam o hábito de consumir.
Se consumir é simples, às vezes não exige sequer uma senha, é muito provável que você não acompanhe o saldo na conta ou a fatura do cartão de crédito e não perceba que está gastando. A gente não sente aquela dorzinha de ver o dinheiro sumindo.
Além de ter de exercitar um planejamento e delimitar tetos de gastos para cada categoria assim que o dinheiro chega, existe um estímulo visual e tátil imediato que ativa a dor do pagamento.
Quando se paga com dinheiro físico, gradualmente o volume do envelope diminui, fazendo com que a percepção da escassez e da finitude dos recursos seja mais apurada. Em outras palavras, a gente vê muito claramente que o dinheiro está acabando e fica com medo de ficar sem nada. Assim, nossa tendência é apertar o cinto à medida que vai gastando.
Um planner financeiro é crucial para ajudar no controle, organização e planejamento das finanças pessoais.
No planner digital da Serasa você encontra 17 páginas para anotar - e visualizar - as receitas e os gastos de cada semana, as despesas fixas ou variáveis e os seus projetos e metas para os próximos meses.
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Lai: nesse caso, existem algumas maneiras de adaptar a técnica:
Lai: As vantagens da técnica do envelope são:
Lai: Para quem ainda não tem os hábitos de consumo bem ajustados ao seu perfil de renda, pode ser uma boa opção.
Esse movimento de ser mais analógico faz com que a gente entre em contato com a dor do pagamento. A técnica do envelope ajuda a ter estímulo visual para perceber melhor o dinheiro físico diminuindo.
Para quem tem dificuldade de se organizar financeiramente, gastando sem perceber e de forma descontrolada, recomendo fazer a migração do crédito para o débito. Mesmo sendo um meio digital de pagamento, o débito ainda nos faz sentir a dor do pagamento, de ver o dinheiro diminuindo na conta.
Então, quando usamos os envelopes, a gente faz um treino desse hábito de consumir de forma mais disciplinada. Ao mesmo tempo, porém, a pessoa tem de tomar cuidado para não perder as oportunidades que o digital também traz – como a agilidade em caso de emergência, por exemplo. Afinal, o dinheiro físico guardado em casa pode não ser vantajoso em situações emergenciais, sem falar na questão da segurança.
Resumindo, portanto, a técnica do envelope é uma solução temporária para quem precisa construir um hábito financeiro equilibrado. Então, sugiro que a pessoa treine com essa técnica e, em seguida, retorne para o uso digital do dinheiro – agora, sim, com bons hábitos consolidados.
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