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Criptomoedas: como funcionam esses ativos virtuais

Saiba o que são criptomoedas, a tecnologia por trás delas e como são utilizadas em transações e investimentos.

Publicado em: 16 de dezembro de 2024

Categoria Carteira DigitalTempo de leitura: 12 minutos

Texto de: Time Serasa

Close up de prata do papel de carta do ethereum

As criptomoedas são uma forma de movimentação financeira totalmente digital e que tem se atualizado dia após dia no Brasil e no mundo. Por ser um conceito novo, muitas pessoas ainda não entendem como funcionam e para que são utilizadas. Entenda, neste artigo, a definição de criptomoedas, a tecnologia por trás delas e como são utilizadas em transações digitais e investimentos.

Assista | Você ainda não sabe o que são Criptomoedas? - Falando Dinheirês

O que são criptomoedas?

Também chamadas de moedas virtuais ou moedas criptográficas, as criptomoedas se enquadram nos chamados ativos virtuais. Segundo o Banco Central (BC), as criptomoedas não têm as características de uma moeda comum, ou seja, de meio de troca, de reserva de valor e de unidade de conta, mas, sim, as características de ativo virtual.

As criptomoedas não são emitidas nem garantidas pelo BC, mas sim por outras empresas. Esse tipo de ativo pode ser utilizado para fazer pagamentos diversos através da internet e utiliza tecnologias como o blockchain para garantir sua segurança digital. Porém, cada tipo de moeda digital tem suas próprias regras sobre limitação de emissão, por exemplo.

Regulação de criptomoedas no Brasil

As chamadas criptomoedas, ou ativos virtuais, passaram a ser citadas na legislação brasileira a partir da Lei nº 14.478, de 21 de dezembro de 2022.

O texto, entre outras coisas, atualizou a lei para prever crimes de fraude e deixar claro que as prestadoras de serviços de ativos virtuais somente poderão funcionar no País mediante prévia autorização de órgão ou entidade da Administração Pública federal.

Em abril de 2024, o Banco Central passou a ser responsável pela regulamentação das criptomoedas. Segundo a entidade, o intuito é reforçar a proteção ao investidor de ativos virtuais, estabelecendo regras que confiram e exijam maior transparência em relação aos benefícios e riscos associados a esses investimentos.

Como as criptomoedas funcionam (tecnologia blockchain)

Como é definido o valor de um criptomoeda

Apesar de estarem sendo reguladas no Brasil, através do BC, as criptomoedas não são emitidas nem garantidas pelo BC.

Por isso a moeda virtual é chamada de ativo virtual. Seu valor decorre exclusivamente da confiança entre quem adquire e quem emite, e o risco pelas transações com moedas virtuais é exclusivo dessas pessoas.

Como funciona a tecnologia blockchain

O blockchain é uma tecnologia feita para dar mais segurança a processos virtuais. O nome ‘blockchain’ sugere a própria aplicação dele, já pode ser traduzido livremente como ‘corrente de blocos’.

A tecnologia funciona, então, como uma rede onde os registros de informações são feitos em ‘blocos’ e cada um deles é conectado a outros, formando uma corrente de blocos de dados. Segundo a empresa de tecnologia IBM, esses agrupamentos de dados ou transações são a cadeia chamada de blockchain.

Quando uma criptomoeda usa essa tecnologia, a transação de tornaria então inviolável desde onde foi enviada até o seu destino, de ponta a ponta. Por isso, uma rede blockchain pode rastrear pedidos, pagamentos, contas, produção e muito mais.

No caso de criptomoedas, o blockchain funciona como um livro de contabilidade público e compartilhado.

Exemplos de criptomoedas populares

  • Confira, a seguir, uma lista com algumas das mais importantes e que ainda são criptomoedas promissoras atualmente:

  • ●    Bitcoin: conhecida por ter sido a primeira criptomoeda criada no mundo, pode-se considerar que o Bitcoin surgiu em 2008, quando foi citado pela primeira vez em um artigo por seu criador, ou criadores, que usa o pseudônimo de Satoshi Nakamoto. A empresa atualmente se define como uma rede inovadora de pagamento e um novo tipo de dinheiro.
  • ●    Ethereum: a empresa tem a criptomoeda ETH, que funciona com a mesma tecnologia blockchain citada anteriormente, e que torna possível qualquer pessoa transferir dinheiro globalmente. Além disso, a Ethereum também tem outros serviços e ao enviar ETH ou usar um outro aplicativo, o cliente paga uma taxa em ETH para usar a rede Ethereum.
  • ●    Dogecoin: a criptomoeda foi lançada, inicialmente, como sátira da pioneira Bitcoin. Porém, hoje a moeda é reconhecida no mercado e atua utilizando também tecnologia blockchain e sistema de código-fonte aberto e descentralizado.

Quais são os principais usos e aplicações das criptomoedas?

Atualmente, as criptomoedas podem ser utilizadas na compra de diversos tipos de serviços e produtos. A ideia é que as moedas virtuais sirvam qualquer tipo de pagamento, desde transações corriqueiras até negociações maiores.

As moedas digitais também são amplamente utilizadas como forma de investimento e, por isso suas oscilações são acompanhadas a todo momento por mercados financeiros atualmente.

Quais são os riscos e desafios de investir em criptomoedas?

Apesar da gama de possibilidades, antes de saber como investir com criptomoedas é importante lembrar das limitações e riscos de investir em criptomoedas. Vamos usar aqui como exemplo desafios pontuados pela própria Bitcoin, a primeira e principal criptomoeda do mundo.

  1. Volatilidade: segundo o site da Bitcoin, a criptomoeda continua a ser um volátil. Isso quer dizer que a moeda pode se valorizar ou desvalorizar muito rapidamente. Por isso, a recomendação é para não manter suas economias em criptomoedas atualmente. A Bitcoin, por exemplo, explica que ela própria deve ser considerada como um bem de alto risco.


  2. As transações não podem ser revertidas: uma transação Bitcoin não pode ser revertida, ela só pode ser reembolsada pela pessoa que recebe os fundos. Isso significa que você deve considerar fazer negócios com pessoas e organizações que você conhece e confia, ou que tem uma reputação estabelecida.


  3. Limitação na privacidade: todas as transações com Bitcoin são armazenadas públicamente e permanentemente na rede, o que significa que qualquer pessoa pode ver o saldo e as transações de qualquer endereço Bitcoin.


  4. Regulamentação em processo: por ser um modelo novo e não ser considerada uma moeda oficial, as criptomoedas ainda estão em análise e passando por processos de regulação em diversos países. Por isso, é preciso estar atento na hora de escolher uma delas e saber como declarar as rendas e outras exigências nacionais.

Para diminuir os riscos, hoje já é possível receber pagamentos com ativos digitais e, em muitos provedores de serviço, converter esses valores instantaneamente para a sua moeda local.

As criptomoedas também ainda estão sendo desenvolvidas à medida que são utilizadas, por isso, é importante que seus usuários estejam constantemente se informando e atualizando sobre o serviço.

A moeda digital do Brasil

Diferente das criptomoedas, que podem ser criadas por diferentes empresas, o Brasil está criando sua própria Moeda Digital. Segundo o BC, essa é uma nova forma de representação da moeda já emitida pela autoridade monetária nacional. Por isso, a moeda digital fará parte da política monetária do país de emissão e conta com a garantia dada por essa política.

A moeda digital do Brasil está em construção e se chamará Drex. Ela será um meio de pagamento, a fim de dar suporte à oferta de serviços financeiros de varejo liquidados por meio de tokens de depósitos em participantes do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).

Pague todas as contas de forma digital

Além de investimentos e transações, hoje em dia também é possível e prático pagar as contas de forma totalmente digital. Para isso, existem ferramentas próprias que reúnem todas elas em um só lugar. É o caso da Carteira Digital da Serasa.

A Carteira Digital Serasa permite pagar contas on-line em um só lugar, de forma fácil, prática, rápida e segura. Com ela é possível fazer recargas de celular, organizar as contas, pagar acordos do Serasa Limpa Nome, consultar e quitar débitos de veículo com opções de parcelamento. 

  • Para acessar: 

  • ●     Baixe o app da Serasa (iOS ou Android).
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