Livros de educação financeira para crianças: dicas e recomenda...
Livros de educação financeira para crianças: dicas e recomendaçõesData de publicação 30 de março de 20269 minutos de leitura
Publicado em: 16 de janeiro de 2026
Categoria Educação financeiraTempo de leitura: 7 minutosTexto de: Time Serasa
O Drex não acabou, mas sofreu uma mudança significativa em 2025.
Em novembro, o presidente do Banco Central (BC) anunciou a decisão de encerrar a infraestrutura baseada em registro distribuído que era utilizada nas fases iniciais do projeto, porque a tecnologia se mostrou inviável.
No entanto, o projeto continua ativo e pretende criar uma nova infraestrutura para garantir a segurança das transações. Neste artigo, compreenda melhor a nova fase do Drex.
O Drex começou como uma iniciativa para criar uma versão digital do real brasileiro, desenvolvida e regulamentada pelo Banco Central. Dessa forma, R$ 1 valeria o mesmo que 1 Drex.
Originalmente desenvolvido com uma tecnologia similar à blockchain, o projeto buscava oferecer um ambiente seguro e eficiente para transações e serviços financeiros.
Os principais objetivos do projeto incluíam:
Não. O Banco Central desistiu da ideia de lançar o Drex como uma moeda digital no curto prazo e decidiu focar no desenvolvimento de uma nova infraestrutura.
Em novembro de 2025, o órgão anunciou que a tecnologia testada até então se mostrou inviável para o seu objetivo original, o que levou ao desligamento da plataforma de testes baseada em blockchain.
Agora, o BC busca outras soluções tecnológicas para reduzir complexidades técnicas e construir uma infraestrutura funcional que permita realizar transferências seguras de ativos e operações de crédito com garantias.
A previsão é que os próximos passos do projeto foquem em casos de uso práticos, como uso de ativos tokenizados e liquidação.
Não. O Banco Central desistiu da ideia de lançar o Drex como uma moeda digital no curto prazo e decidiu focar no desenvolvimento de uma nova infraestrutura.
Em novembro de 2025, o órgão anunciou que a tecnologia testada até então se mostrou inviável para o seu objetivo original, o que levou ao desligamento da plataforma de testes baseada em blockchain.
Agora, o BC busca outras soluções tecnológicas para reduzir complexidades técnicas e construir uma infraestrutura funcional que permita realizar transferências seguras de ativos e operações de crédito com garantias.
A previsão é que os próximos passos do projetofoquem em casos de uso práticos, como uso de ativos tokenizados e liquidação.
Não é possível comprar Drex como se fosse um ativo financeiro disponível no mercado aberto. De acordo com o Banco Central, o projeto será reformulado e não terá uma moeda digital brasileira no momento.
Embora o Drex e o Pix sejam projetos conduzidos pelo Banco Central, existem diferenças significativas entre eles.
O Pix é um sistema de pagamento instantâneo que transfere o dinheiro brasileiro (real) entre contas bancárias em segundos, com o objetivo de facilitar os pagamentos e as movimentações cotidianas.
O Drex surgiu como uma proposta de moeda digital baseada em blockchain para transações e serviços financeiros. Seu principal objetivo era inovar o sistema financeiro brasileiro.
Hoje, o Pix já está consolidado no cotidiano dos cidadãos como um meio rápido e gratuito de enviar e receber dinheiro, enquanto o Drex passa por uma reformulação.
Mesmo com potencial para modernizar o sistema financeiro brasileiro, o Drex apresentava riscos significativos durante os testes, conforme a última divulgação do Banco Central.
Uma das principais questões levantadas foi que a tecnologia testada não conseguia proteger dados sensíveis dos usuários de forma suficiente, o que comprometia o uso e o cumprimento das leis brasileiras de proteção de dados.
Questões de privacidade e segurança já eram levantadas desde o início do projeto. Como a rede blockchain funciona como um registro compartilhado, um dos maiores desafios seria fiscalizar as transações sem que elas se tornassem visíveis para outros participantes da rede.
Outras questões com o Drex incluíam:
Com o desligamento da rede de registro distribuído (DLT) usada nas fases de testes anteriores, o Banco Central anunciou que a tecnologia do Drex será desenvolvida para realizar operações prioritárias, como:
Portanto, a expectativa atual é que o Drex funcione como uma infraestrutura digital integrada ao ecossistema financeiro, ao invés de uma moeda digital brasileira.
Agora que você já sabe as atualizações a respeito do Drex, que tal aprender sobre como melhorar a sua vida financeira?
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